Diferente do que muitos pensam, a moda não é algo fútil ou frívolo, a moda está presente na vida das pessoas desde o nascimento, até a morte, sendo uma das indústrias que mais faz produtos que estão intimamente ligados as pessoas diariamente. Durante muito tempo as roupas eram vistas apenas como algo para cobrir o corpo, uma forma de proteção e distinção de classe social. Mas no século XXI, com as novas tecnologias, as roupas ganham funções e se tornam cada vez mais inteligentes, com a ajuda da nanotecnologia, biotecnologia e tecnologia vestível.

Pode-se dizer que essa nova era da moda conectada teve seu início com a primeira revolução industrial, com a invenção do primeiro tear mecânico, o tear Jacquard. Com essa inovação para época, o trabalho manual se agilizava e foram a cada ano se aprimorando, com computadores eletrônicos e o uso da internet. Isso tudo deu início a era da informática, com máquinas eletrônicas e ajudando a criar a Indústria 4.0, que utilizam impressoras 3D e transformam as roupas em computadores vestíveis.

Mas você já parou para pensar em um mundo sem tecidos? Tecidos ultrapassam os limites da moda, estão presentes em setores como automobilístico, artigos para cama, mesa e banho, decoração e até técnicos. Confira o vídeo lançado pela IKEA, de como seria um mundo sem tecidos:

Pode-se dizer que essa nova era da moda conectada teve seu início com a primeira revolução industrial, com a invenção do primeiro tear mecânico, o tear Jacquard. Com essa inovação para época, o trabalho manual se agilizava e foram a cada ano se aprimorando, com computadores eletrônicos e o uso da internet. Isso tudo deu início a era da informática, com máquinas eletrônicas e ajudando a criar a Indústria 4.0, que utilizam impressoras 3D e transformam as roupas em computadores vestíveis.

Primeiro tear Jacquard

Mas você já parou para pensar em um mundo sem tecidos? Tecidos ultrapassam os limites da moda, estão presentes em setores como automobilístico, artigos para cama, mesa e banho, decoração e até técnicos. Confira o vídeo lançado pela IKEA, de como seria um mundo sem tecidos:

A nova era da moda inteligente e conectada avança a todo vapor, um exemplo disso foi a parceria entre o Google e a Levi´s, em 2015, com o projeto Jacquard, o qual utilizava um novo sistema para tecer fios condutores em tecidos, incorporando o toque e gestos sobre qualquer tecido feito em máquinas de jacquard ou tricô industrial. E com isso transformar roupas em superfícies interativas com tablets e smartphones.

Uma grande aposta da indústria é que o grafeno (material descoberto em 2004, é extraído do grafite e considerado o material mais fino do mundo, super flexível, transparente e mais duro que diamante e super condutor) ajude na criação de tecidos cromáticos, que mudem de cor e estampas instantaneamente, tornando a indústria de corantes, tingimento e estamparia totalmente obsoleta.

Como o mercado que mais cresce atualmente, os tecidos inteligente se enquadram em diversas áreas de aplicação e não apenas na moda, mas também na medicina e saúde, área militar, esportes, decoração e automotivo, além de proteção ambiental e arquitetura. Os tecidos inteligentes são sistemas de materiais complexos que envolvem a colaboração de muitas áreas para seu desenvolvimento. E essa integração de tecnologia e fibras é um exemplo desse processo multidisciplinar do século XXI. Sendo bem provável que um futuro próximo as roupas e sapatos sejam computadores portáteis vestíveis.

Fonte: StyloUrbano

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2 Comments

    • admin

      Olá Elaine,
      Apreciamos seu comentário 🙂

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